sexta-feira, 6 de abril de 2012

Por uma Leitura da Leitura - Reflexão do prof. Sérgio Rivero


Sabe aquele texto que diz o que você gostaria de ter dito como A pedra de Drummond? Esse é assim....




Por uma leitura da leitura



por Sérgio Cerviño Rivero, sexta, 6 de Abril de 2012 às 13:52 ·
Sérgio Cerviño Rivero

De volta do seminário Retratos da Leitura do Brasil, em Brasília, onde foi apresentada a terceira edição de uma pesquisa quantitativa sobre um tema sempre preocupante, volto estarrecido. Nem tanto pela pesquisa, que pouco se diferenciou das edições anteriores (2000 e 2007), mas preocupado, sim, com a limitação dos conceitos que hoje ainda permeia o que chamamos de ‘Leitura’.

Sou cria do hoje agonizante Programa Nacional de Incentivo à Leitura, o PROLER, que vai sumindo do mapa por falta de um QG (tal como funcionava a Casa da Leitura, entre 92 e 96) que o conecte de novo em rede, e que o faça resgatar seus tempos áureos de Política Pública nascida da sociedade civil. Pois bem, lá, há quase vinte anos atrás, imersos na ‘Leitura de Mundo de Paulo Freire’, espaço terno de acolhimento para todas as linguagens, o que nos bastou fazer era ampliar os conceitos de leitura e texto, trazer todas as linguagens para o exercício pleno da produção dos sentidos, destacando a literatura como trampolim para a reflexão, e contribuir na formaçao de mais e mais cidadãos. Era simples assim.

Hoje vejo que do muito que já se falou lá atrás, ainda falam de novo, e falam como se fosse novidade. Mas, se formar leitores é tarefa árdua, sempre vão merecer destaque − e é claro que o PROLER é a inspiração − todas as iniciativas em todos os espaços da sociedade, sem distinção. Vejo o Estado brasileiro com excelentes ações neste sentido, iniciando políticas que hão de se tornar mais densas se não forem atropeladas por novas gestões desconectadas do bem público; e vejo a sociedade civil prosseguindo em seu silencioso trabalho de formiguinha incansável.

Por isso me surpreendo quando no tal seminário, de dentro do próprio MinC, ouço dizerem que é uma bobagem a ‘desescolarização da leitura’. Eu poderia citar pelo menos uns dois programas, que me lembre sem nenhum esforço, capitaneados hoje pelo MinC, e que trabalham a leitura, não na escola, como a obviedade espera, mas na vida em sociedade.

Acho necessário explicar que este conceito da ‘desescolarização’, abertamente usado pelo PROLER que experimentei, não pretende tirar da escola sua responsabilidade, mas, por outro lado, urge, mais do que nunca, incluir a escola, leia-se a Educação, no campo maior que certamente a contém e não a rejeita: o da Cultura.

Se fazemos isso, fica claro que a responsabilidade pela leitura é de todos. Já na escola, sabemos, a leitura é sempre matéria-prima de todas as disciplinas que compõem as grades curriculares do ensino, em todos os níveis escolares, do fundamental ao superior. A leitura é muito claramente o lugar comum dos saberes.

A limitação de conceitos como texto e leitura, que ficam amarrados ao texto escrito, bem como ao letramento, como únicas referências possíveis, o que parece funcionar, unicamente, como uma espécie de tábua de salvação para alguns profissionais, é o que também acaba justificando que muitos leitores, entrevistados na referida pesquisa, digam ingenuamente que não leem mais, pois já saíram da escola.

Vejo também que toda a munição pesada que o Estado brasileiro dispara na direção da inclusão digital, lugar pleno das multimidiações, não surtirá nenhum efeito se permanecermos arcaicos em discursos que parecem existir para defender zonas de profundo conforto, ainda separando, teimosamente, aqueles que sempre merecem estar em constante diálogo. O mundo está aí todinho para ser lido, mas, em tempos de parecer o que não somos, vamos apenas carregando, muito prosas, em arrojadas mochilas, toda esta tecnologia fashion que o nosso tablet da hora ostenta. E é só.

Entre a ‘escolarização do pavor de ler’, e a banalização da leitura, por todos os cantos e recantos da sociedade, fico com a segunda opção.

Que a leitura se perca na cidade. Que assim, acertadamente errante, empoderada de todos os textos do mundo, seja em que linguagem forem eles concebidos, a leitura possa construir sua autonomia e maturidade. E que ela encontre, para recebê-la, também em constante renovação, uma escola mais integrada ao ato de ler o mundo. 

Redação nota dez : O desafio da Mulher no Século XXI por Rafael Andrade


Um dilema cor-de-rosa
Da Idade da pedra à Pós-modernidade muitas foram  as mudanças nas relações de gênero. Em pleno  século XXI, as mulheres mostram-se capazes de reinventar toda  uma estrutura sócio-política à seu favor, abrindo assim uma nova discussão à respeito do impacto de tal reviravolta.
O Palácio do Planalto e a Casa Rosada ganharam em 2011 mais um ponto em comum: ambas as sedes presidenciais são  regidas por mulheres, situação semelhante a de 40% dos lares brasileiros. A diversificação da mão-de-obra feminina levou-as a alcançar, pela primeira vez, a soberania universitária. Elas já são  60%  em instituições de ensino superior, ocupando, dessa forma, posições que outrora fora  reduto exclusivamente masculino.
Todavia a redefinição do papel das mulheres na  sociedade resultou em um dilema para elas: A presença no mercado de trabalho leva à ausência no lar. É biologicamente comprovado que os instintos  femininos tem afinidades  ao cuidado do lar e  da família. Mais do que isso: a mulher é essencial na arte de educar.
Dessa forma, observa-se que a inexistência de mães no trabalho educativo expõe os filhos a uma infância menos saudável e provoca deterioração dos valores tradicionais. Sem a vigilância maternal, os índices de  violência entre os jovens multiplicaram-se nos últimos  30 anos.
Fica claro que a mulher conseguiu, ao longo da história, construir uma nova imagem e  alcançar novos espaços, porém colocou-se no dilema família X trabalho. É preciso achar um meio termo para que ela exerça tanto o papel profissional quanto o pessoal familiar. Afinal, as fogueiras que elas enfrentaram não podem ser esquecidas.
Rafael Oliveira Andrade – Aluno do 3º ano do colégio Sistema

Adoro ter alunos assim!!!!!!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

TEMA DE REDAÇÃO : SUSTENTABILIDADE


Essa  Carta ao leitor se transformaria num perfeito artigo de opinião ou até em argumentos plausíveis para uma dissertação. Aproveitem!!!!!!
Carta ao leitor

A ecologia entrou na moda. Sustentabilidade é palavra bonita, que agora integra belas frases de anúncios milionários de bancos, indústrias químicas, empresas de cigarros e de refrigerantes. Todo mundo se veste de verde, muitas vezes para não mudar nada. Verde agora é o uniforme dos devastadores. Prevendo a tendência, o nosso cartunista Santiago já produziu uma charge nos anos 1970 em que árvores são derrubadas e transformadas em papel para imprimir cartazes que convocam para a preservação ambiental.

Ironias à parte, enquanto o planeta agoniza, o comportamento sustentável, que realmente poderia mudar alguma coisa, continua coisa rara. Para o historiador e escritor uruguaio Eduardo Galeano, “a ecologia neutra, que mais se parece com jardinagem, torna-se cúmplice da injustiça de um mundo onde a comida sadia, a água limpa, o ar puro e o silêncio não são direitos de todos, mas sim privilégios dos poucos que podem pagar por eles”.

Para Galeano, o que realmente está acabando com o planeta é o nosso cinismo. Não estamos fazendo o que alardeamos. Continuamos consumindo desenfreadamente. Não há limites para o lucro e o acúmulo. Apesar de todos os dramáticos alertas, nada mudou substancialmente no comportamento da humanidade, que agora recicla parte do lixo, trata a ecologia como um tema importante, dorme de consciência tranquila, mas não cessa a devastação e não reduz o consumo.

Com sua edição sobre sustentabilidade, a Novolhar quer contribuir de modo significativo para o debate sobre um dos temas mais urgentes do século 21. A capa do artista gráfico Roberto Soares é representativa disso. O planeta, retratado como uma maçã, transforma-se numa espécie de fruto proibido simbólico, que vai sendo lentamente devorado, em trágica analogia com o fim do único paraíso que temos.


A UFBA vai usar o Enem na Primeira Fase do vestibular 2013


ABAIXO A RESOLUÇÃO PUBLICADA NO SITE DA UNIVERSIDADE.
RESOLUÇÃO nº 01/2012
Estabelece normas referentes aos  processos seletivos para ingresso nos  cursos de graduação, referentes ao ano  letivo de 2013.
O Conselho Acadêmico de Ensino da Universidade Federal da Bahia, no uso das
atribuições conferidas no Art. 21 do Estatuto da UFBA,
RESOLVE
Art. 1º Nos processos seletivos dos cursos de Graduação, para o ano letivo de 2013, o
candidato deverá inscrever-se em apenas uma das seguintes modalidades:
(a) Cursos de Progressão Linear;
(b) Bacharelados Interdisciplinares;
(c) Cursos Superiores de Tecnologia.
 
Art. 2º Os candidatos que optarem pelo item (a) do Art. 1º serão selecionados mediante  o Vestibular, de acordo com a Resolução 01/02 do antigo Conselho de Ensino, Pesquisa  e Extensão – CONSEPE, e com as normas constantes no Manual do Candidato.
§ 1º. Em substituição às provas da primeira fase, definida no Art. 1º da citada Resolução  01/02, serão utilizados os escores padronizados obtidos pelos candidatos nas provas  objetivas da edição de 2012 do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), mantendose inalterada a segunda fase do Vestibular.
§ 2º. As provas mencionadas no parágrafo anterior terão como peso: Linguagens e
Códigos – peso 4, Matemática – peso 2, Ciências Naturais – peso 3, Ciências Humanas  – peso 3.
Art. 3º Os candidatos que optarem pelos itens (b) e (c) do Art. 1º ou pelos cursos de
progressão linear oferecidos no campus de Barreiras serão selecionados exclusivamente
com base nos escores padronizados obtidos na edição de 2012 do Exame Nacional do
Ensino Médio (ENEM).  Parágrafo único - As provas constituintes desse processo seletivo terão os seguintes
pesos: Linguagens e Códigos – peso 2; Matemática – peso 2; Ciências Naturais – peso
2; Ciências Humanas – peso 3; Redação – peso 3.
Art. 4º O Manual do Candidato especificará os títulos dos Cursos de Progressão Linear,
dos Bacharelados Interdisciplinares e dos Cursos Superiores de Educação Tecnológica
que serão oferecidos, bem como os respectivos números de vagas.
Art. 5º Serão oferecidas, aos egressos dos Bacharelados Interdisciplinares, vagas de
acesso aos Cursos de Progressão Linear para atender ao disposto no artigo 6º da
Resolução 02/2008 do antigo CONSEPE.
Parágrafo único - Os candidatos às vagas mencionadas no caput deste artigo deverão
se inscrever em processo seletivo próprio, cujos critérios são aqueles estabelecidos pela
Resolução 06/2011 deste Conselho.
Art. 6º Esta Resolução vigorará a partir da data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.

Palácio da Reitoria, 29 de março de 2012.
Profª. Maria das Graças Reis Martins
Presidente do Conselho Acadêmico de Ensino



Exposição de Animais no Museu de História Natural de Londres

Que tal passear pela Exposição "Animal Inside Out" localizada no Museu de História Natural de Londres?
 Os animais foram preservados por meio da plastinação, nesse processo os tecidos de água são extraídos das células antes de serem substituídos por polímeros. 
A exposição ficará aberta ao público até o dia 16 de setembro e mostrará o corpo de mais de 100 animais.
Não  pode ir a Londres? Rs... Aprecie as fotografias em Alta Definição.  
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/album/1204_exposicaoanimais_album.jhtm#fotoNav=11

Fórum Mundial da Água - Tema de Redação

O presidente do comitê do Fórum Mundial da Água, o brasileiro Benedito Braga, no discurso de abertura do evento em Marselha, nesta segunda-feira (12)
Um Brasileiro Importante!!!!!
A água é  uma das vedetes como tema de redação. É bom ficarmos ligados então em tudo que se discute a respeito dela. Não percam as notícias sobre o Fórum que começa no dia 12. Uma prévia da participação do Brasil vocês podem ver aqui: 


"Nesta segunda (12), começa o Fórum Mundial da Água, na França, com o objetivo de estabelecer metas reais sobre a gestão e uso da água. O presidente do Comitê Internacional do Fórum, o brasileiro Benedito Braga, acredita que o saneamento básico é ao mesmo tempo um dos maiores problemas da água hoje no mundo e também uma grandesolução.
Segundo Braga, que também é vice-Presidente do Conselho Mundial da Água, 2,5 bilhões de pessoas no mundo, ou quase 30%, não têm acesso à saneamento básico, o que aumenta o número de doenças e mortes. Além disso, o saneamento melhora a qualidade das águas dos rios e exige obras de infraestrutura que contratam mão de obra não qualificada, contribuindo para a erradicação da pobreza e do desenvolvimento sustentável.
“Fala-se muito de florestas, biodiversidade, clima, mas as pessoas esquecem que os rios urbanos no país inteiro são esgotos a céu aberto. Se você vai a Manaus, no meio da Amazônia, os rios são imundos como em São Paulo. Os igarapés são tão sujos quanto o Tamanduateí. Esse é um grande problema que precisamos atacar e ao atacar esse problema com saneamento nós vamos pensar em um crescimento verde”, disse Braga em entrevista exclusiva para o UOL.
Fala-se muito de florestas, biodiversidade, clima, mas as pessoas esquecem que os rios urbanos no país inteiro são esgotos a céu aberto
Benedito Braga, presidente do Cômite Internacional do Fórum Mundial da Água
Mais de 180 países se reúnem, entre órgãos nacionais, locais, setor privado e sociedade civil, em Marselha, na França, de 12 a 17 de março. Veja abaixo a entrevista completa com Braga.
UOL - Qual o principal problema da água hoje?
Braga - Existem problemas de escassez, causada pelo clima, e falta de acesso, que é complicado em função da necessidade de investimento. Mas há ainda um terceiro que é o problema da qualidade da água. Não é só a quantidade e o acesso, mas o não tratamento dos esgotos, principalmente domésticos, traz consequências desagradáveis para a população. Temos a maioria de nossos rios comprometidos. 2,5 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso a saneamento e 900 milhões não tem acesso à água potável. O problema do saneamento traz complicações de saúde pública, a mortalidade infantil é principalmente causada por doenças de veiculação hídrica, como a diarreia, que mata algo como 30 milhões de crianças ao ano. Posso dizer ainda que R$ 1 aplicado em saneamento significa a economia de investimento em saúde pública de R$ 7 até R$ 15.
UOL - O Brasil tem cerca de 12% da água doce superficial do planeta e também  possui grande parte da maior bacia hidrográfica do mundo, a Amazônica. Mas temos um grave problema de saneamento básico no país, não é?
Braga - No Brasil, nós temos um nível de coleta de 60% da população, mas desses só uma proporção muito pequena é tratada antes de cair nos rios, na ordem de 20% a 30%. Então temos uma ordem de 10 a 15% do total que é tratado. Então, este é um tema que vamos discutir no Fórum. Para servir a população com água potável, ela precisa ser tratada, e se a qualidade do rio é ruim, cada vez você tem que investir mais para deixá-la em nível adequado para beber. É o cachorro correndo atrás do rabo: não trata o esgoto, mas tem que tratar a água para beber.
Já temos problemas de abastecimento aqui por causa disso?
As regiões metropolitanas correm risco, sem dúvida. Na região metropolitana de São Paulo, os mananciais de água com qualidade adequada para ser tratada para servir a população estão cada vez mais distantes. Você já não tem mais na região próxima. Isso significa que essas obras de grandes dimensões que precisam ser feitas, de grandes investimentos, demoram tempo para serem construídas e serem colocadas em operação. Se São Paulo não começar a construir hoje, daqui a 10 anos vai faltar água. Mas, não há nenhuma obra sendo construída. Na Amazônia temos 70% da água do país, onde há 7% da população. No Nordeste temos 30% da população e somente 3% da água. Então o problema é no gerenciamento da água, é você trabalhar tanto na construção da infraestrutura, nas obras hidráulicas e ao mesmo tempo trabalhar no uso eficiente da água. Não só no uso doméstico, na torneira, mas na produção de alimentos.
O principal consumo de água no Brasil hoje é a agricultura, certo? Há como reduzir este uso? 
70% da água do mundo é usada para produzir alimentos pela irrigação, e o Brasil não é exceção à regra. E você tem q economizar água na área agrícola. Há desperdício, mas os mecanismos econômicos são os mais eficientes. O Brasil possui o mecanismo de cobrança pela água para incentivar o uso eficiente. Este mecanismo deve ser usado para dar para as pessoas a noção de que a água é um recurso escasso, que é um recurso econômico, é o ouro azul. Se a população cresce, se a demanda por alimentos cresce, nós vamos usar cada vez mais a água e nós precisamos estabelecer critérios para o uso e ver se ele está sendo eficiente, cobrar por ele e as pessoas vão ser parcimoniosas e vão cuidar da água. Esse é um ponto muito importante que muitas vezes passa despercebido.
Ao longo do século 20 ouvimos muito que a terceira guerra mundial seria por causa da água. Como é a questão das disputas internacionais pela água?
Se você não tiver uma boa gestão da água nos rios que cortam 2 ou mais países, se você não tiver um bom sistema de comunicação entre esses países, existe o risco de conflito. Entretanto a história nos mostra que não há registro de conflito pela água. Hoje, existe muito mais cooperação dos dados, de quanto choveu, por exemplo. Em uma época se falou de hidro-pirataria, mas isso é uma grande bobagem. O gasto para transportar essa água não seria viável. A água mineral é exportada, mas encher um navio água doce é inviável. A água é um assunto local, de cada país ou região, quando a bacia é compartilhada."

FERIADO DE PÁSCOA : opções para os vestibulandos




Feriado chegando e quem faz vestibular tem muita dificuldade em se divertir. Seja pelo sentimento de culpa que nos ocupa, ou mesmo pelas condições financeiras. Mas o que nos esquecemos é que um simples passeio pela cidade para ver o pôr-do-sol, ou olhar  a lua por alguns minutos num lugar inusitado onde estamos faz toda diferença. Que tal visitar a nossa avô para ouvir histórias da família ou sobre nós mesmos quando éramos crianças?


Marina Sands Bay Night





Como diz Gregório: Aproveite o tempo antes que esse roube do seu corpo a força e do seu semblante a graça. 

Hotel Hilton Auckland
Outra  forma bem interessante é passear na internet por mares nunca antes navegados. Experimente entrar num museu ou ver hotéis com piscinas maravilhosas. ou as fotos dos lugares mais bonitos do munto.  Saia no Facebook  e deixe essas redes sociais. experimente passear um pouco para além dos muros dos caminhos que você sempre anda.....

Atlantis Coral TowerExperimente também ler um pouco sobre a sua profissão, visitar site da cidade que você deseja morar, ou trabalhar....sonhe...a Páscoa é o feriado em que rememoramos a morte de Cristo e Ele existe para garantir milagres.