quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Vou conhecer Aloísio Mercadante!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Gente, não darei aula amanhã,
O motivo é lindo. Amanhã será a Inauguração da Universidade Federal do Sul da Bahia algo com que muito sonhei. 
Uhu......vou conhecer Aloísio Mercadante!!!!!
Tentei fazer uma troca com o professor que me substituiu a semana passada, mas agora mesmo ele disse que não poderia. Por isso só agora falei a vocês. 
Mas isso não compromete nossa jornada. 


Começo desejando uma semana abençoada para vocês tá? Gosto de dizer isso pessoalmente

Roteiro de atividades: 
Assim estamos: 
Bloco 1 - NOVAS - identidade-fome-desigualdade-água ( pedi para serem enviadas a mim antes de entregar...prometo estar no e-mail de vcs até quinta à noite) Quem não tiver recebido até sexta pela manhã - mande um e-mail sinalizado ou uma mag no celular. 
identidade - violência - transporte - trânsito - príncipe

Bloco 2 - Bauman - anistia - memória - religiosidade - luzes - artigo educação - Todas  velhas - nenhuma nova. 

Segue o bloco 3 - Ele é composto de  temas transversais - São temas obrigatórios no ensino  fundamental e  que rotineiramente aparece em processos seletivos. 
suprimimos  educação - já foi feito em forma de artigo e meio ambiente, por causa da redação de causas. 
acrescentamos pluralidade. 
São temas  que costumeiramente  falamos sobre, mas que raramente produzimos ou vemos um texto bem fundamentado - fora do senso comum - a respeito deles. Passe a limpo as redações modelo para o portfóilio. 


Os temas novos são: 
cidades: como habitá-las? - Vem com texto de apoio - Essa é para enviar por e-mail até domingo. 
Intolerância em Xeque - escrita na aula de sexta-entregar na folha oficial - tem muitas redações modelo para servirem de referência. Quero que vocês tentem utilizar elementos delas para eu avaliar se vocês sabem fazer cópias seguindo  uma linha lógica. Entenderam? Não é para fazer. è para juntar recortes e fazer uma adaptação para ter lógica. 
Mudanças lentas e rápidas - deixem para entregar depois da aula de setxa. preciso explicar esse tema para vocês....


Mara Rute 

Por favor avisem aos colegas...

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Jaqueline Cardoso faz redação Nota Mil e ensina a refletir sobre religião no Curso de Mara Rute














Igreja da Fé
Na história da humanidade, a influência religiosa sobre o indivíduo foi, e ainda é, inegável. Com poderes inquestionáveis sobre a mente humana, a igreja representava a força dominante na sociedade, sendo impossível dissociar o desenvolvimento humano da influência da religião. Com a chegada da Era Tecnológica, essa premissa foi contrariada, permitindo o estabelecimento de novos valores humanos.
Pode-se afirmar, de fato, que a religião escreveu a história da humanidade. Importantes acontecimentos, que determinaram, no passado, o que hoje se vive no presente, só se tornaram possíveis devido ao poder religioso que comandava a humanidade. Desde a expansão marítima, que teve como um dos principais motivos o catolicismo, à contemporaneidade, onde o capitalismo teve um avanço enorme graças ao Protestantismo, a fé move o homem e constrói sua evolução ao longo dos séculos.
No segundo milênio, entretanto, o avanço da ciência leva o homem a questionar valores incutidos pela igreja, desmistificando crenças invioláveis e minando, assim, a instituição religiosa. Contrariando essa lógica, embora a razão tenha ganhado força e espaço na sociedade, ela nunca conseguiu desconectar o homem de sua religiosidade, a qual ainda o guia em suas ações e instintos, como aconteceu no caso da Primavera Árabe, que eclodiu em 2011, onde a onda de protestos populares teve forte influência do Islamismo.
Torna-se perceptível, portanto, que, por mais que tenha avançado a ciência, a religião ainda suscita a humanidade. Embora a Igreja tenha perdido sua categoria de culto político dominante, a Era Tecnológica contribuiu para o surgimento de uma época onde o fortalecimento da crença dá origem a uma igreja universal. A Igreja da Fé.



quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Tema de Redação Crise da Memória da Professora Andréa Póvoas



Texto 1 - A memória, entendida como elemento fundamental na formação da identidade cultural individual e coletiva, na instituição de tradições e no registro de experiências significativas, deve ser valorizada e preservada. Preservar a memória de uma sociedade não significa atrelá-la ao passado e impedir o seu desenvolvimento, mas sim conservar seus pilares constituintes a fim de não perder conhecimentos e identidades.
Noé von Atzingen, Presidente da Fundação Casa da Cultura de Marabá. Fonte: http://www.hiroshibogea.com.br/

Texto 2 - 
 

Texto 3 - A modernidade transformou o homem em um ser insensível e sem memória; desproveu-o, inclusive, da capacidade de ter uma preocupação com ela. Na Era da Informação o receptor da comunicação de massa é, na verdade, um ser desmemoriado. Recebe um excesso de informações que saturam sua forma de conhecer o mundo; incham-no, pois não há lenta mastigação e assimilação daquilo que é transmitido pela mídia. O mundo contemporâneo, pós-moderno, é superficial. Nele, a imagem tem um papel preponderante na vida das pessoas. Há, nas palavras do filósofo Nelson Brissac Peixoto, uma excessiva banalização dessas imagens. "Vivemos no universo da sobreexposição e da obscuridade, saturado de clichês, onde a banalização e a descartabilidade das coisas e imagens foi levada ao extremo", diz ele. Paradoxalmente, ocorre uma hiperrealização do real. Contudo, existem apenas simulacros, como afirma Jean Baudrillard. A concretude das coisas e do mundo desaparece cedendo lugar à artificialidade.
(...)
De qualquer maneira, é necessário inculcar nas pessoas a importância da lembrança. É ela, ao lado da tradição, que fará com que aquilo que aconteceu permaneça. (...) Com efeito, ela é a sobrevivência do passado.
(...) 
Por outro lado, não resta a menor dúvida que a preservação da memória é condição indispensável para a existência e continuidade históricas de um povo. Todavia, é pertinente observar que na sociedade industrial, dominada pela velocidade, o "velho" é menosprezado, é visto com preconceito e considerado muitas vezes um ser inútil. 
Roberto Massei, "Do direito à Memória". Fonte: www.avesso.net/memoria.htm

Com base nos textos acima, na leitura feita do filme Utopia e Barbárie e no seu conhecimento sobre o assunto elabore um texto dissertativo argumentativo sobre a crise da memória no século XXI.

Redação Modelo 
Memória como possibilidade
É fato que o mundo pós-moderno, gradativamente, torna-se superficial com a perda e a desvalorização da memória. Em tal perspectiva, a ausência de memórias cognitivas e sociais levou a humanidade a barbáries que precisam ser relembradas para que cenários de destruição não sejam repetidos. Em contrapartida, a Era da Conhecimento reverbera um excesso de informação midiática atrelada à superficialidade, gerando indivíduos desmemoriadoe sem vistas no futuro.
Desde as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki, as formas desmedidas de dominação fizeram com que utopias almejadas fossem transformadas em projetos de sociedades subjugadas pelo poder. Para além dos caracteres ideológicos, a ausência de um arcabouço intelectual-histórico conduziu comunidades a atrocidades xenofóbicas, como o holocausto nazista, em virtude de teorias pseudogenéticas que afirmavam a supremacia ariana sobre os povos hebraicos. Dessa maneira, relembrar tais fatos compõe a égide de não repetição e, consequentemente, o predomínio de ideais iluministas como a liberdade, igualdade e fraternidade.
Para Milton Santos, a globalização é regida segundo os interesses de um restrito grupo de grandes corporações internacionais, o que configura o globalitarismo. Tendo em vista tal premissa, as culturas locais tendem a ser anuladas, pois o indivíduo pós-moderno está diante da intensa atividade midiática no seu cotidiano, sendo facilmente manipulado e propiciando, assim, a padronização e superficialização ideológica. Partindo dessa máxima, a memória histórico-cultural encontra-se ameaçada por essa lógica capitalista que se perpetua na sociedade contemporânea.
Para além disso, Eduardo Galeano apregoa que a memória social é progenitora da afirmação de melhorias no futuro. Desse modo, é preciso que a memória social seja conservada para que a recordação do passado possibilite a construção de melhorias no presente e, principalmente, no porvir. 

Produzida pela  professora Andréa Póvoas 

Veja mais redações e leia a análise de Utopia e Barbárie em: http://www.mararute.com.br/

 






terça-feira, 10 de setembro de 2013

Redação de Direitos Humanos e anistia - Tema importante Para o ENEM segundo Mara Rute

               
O Portfólio é um conjunto de temas comuns ao processo seletivo que todo mundo que quer estar bem preparado deve fazer.
Leia os temas e inspire-se na redação modelo para fazer a sua.

De redação em redação a gente chega lá!
              
    “Nova-mente”
O Brasil ainda é torturado pelos resquícios da ditadura. Desde o final do Governo Militar, discute-se a fomentação de instrumentos que possibilitem uma relativa conciliação entre o passado ditatorial e o presente democrático do país. Nesse contexto, questiona-se as limitações das medidas legais adotadas pelo Estado, a fim de garantir os direitos do cidadão e promover a efetivação da máxima Justiça.
Na busca pela plena execução dos seus direitos, no atual sistema republicano e democrático, o cidadão se manifesta assim como outrora. No entanto, a atual Constituição, diferente da anterior, assegura, pela legislação, a responsabilidade do Estado em esclarecer à sociedade, as informações acerca dos acontecimentos decorrentes desde o Golpe de 64 ao final do Período Militar. Nessa perspectiva, medidas como a criação da Comissão da Verdade e o reconhecimento da legitimidade da Lei da Anistia surgem como tentativas de pacificação social, união nacional e, sobretudo, efetivação da mudança nos métodos de regimento do país.
Em contrapartida, os instrumentos que respaldam as questões da Anistia no Brasil são controversos, visto que, ao tentar atender às famílias das vítimas da crueldade, apagando dos registros oficiais os  crimes políticos de seus entes, assegura aos torturadores e assassinos desses, o perdão político pelas suas atrocidades. Dessa forma, a sociedade torna-se cética no que tange ao cumprimento - ou não- da plena Justiça nacional.
Para John Locke, filósofo iluminista, a finalidade do Direito não é abolir nem restringir, mas preservar e ampliar a liberdade. Desse modo, o direito à verdade exigido pelas famílias das vítimas constitui pressuposto de exercício democrático. Portanto, enquanto restarem impunes torturadores e assassinos não se efetivará o pleno conceito de Justiça. Assim, mesmo que legislações apaguem registros políticos, as novas gerações tem o dever de guardar na memória social a importância histórica conciliando-a com o presente, em busca dos seus direitos. Isso é renovação democrática.

Gabriel Gomes


Leia mais redações sobre o tema em: http://www.mararute.com.br/

Tema de Redação Anistia - de Andréa Póvoas


Proposta de Redação
Texto 1
Art. 1º É concedida anistia a todos quantos, no período compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexo com estes, crimes eleitorais, aos que tiveram seus direitos políticos suspensos e aos servidores da Administração Direta e Indireta, de fundações vinculadas ao poder público, aos Servidores dos Poderes Legislativo e Judiciário, aos Militares e aos dirigentes e representantes sindicais, punidos com fundamento em Atos Institucionais e Complementares …(vetado).
§ 1º - Consideram-se conexos, para efeito deste artigo, os crimes de qualquer natureza relacionados com crimes políticos ou praticados por motivação política.
Lei n° 6.683, promulgada pelo presidente João Batista Figueiredo em de 28 de agosto de 1979.
Texto 2
Segundo a Constituição Federal, a dignidade da pessoa humana é um dos fundamentos da República. Nas relações internacionais, o Brasil rege-se pelo princípio da prevalência dos direitos humanos. Ainda a Constituição afirma que é garantido o exercício dos cultos religiosos e que ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante. Ninguém será também privado de direitos por motivo de convicção política. São invioláveis, segundo a Constituição, a intimidade, a vida privada, a honra. Todos têm direito de receber dos órgãos públicos informações de seu interesse. Não são apenas assegurados o registro civil de nascimento e a certidão de óbito. Mais que isso: esses documentos são gratuitos para os pobres.
(...)
Não é apagando episódios macabros da vida brasileira que se estabelece a paz e o entendimento, como se esses fatos não tivessem acontecido. A consciência de que ocorreram é indispensável para que não se repitam.


Texto 3








Com base nos textos e no seu conhecimento sobre o assunto, elabore um texto dissertativo argumentativo sobre “Os direitos humanos para uma geração torturada”.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Tema de redação Pequeno príncipe


O Portfólio é um conjunto de temas comuns ao processo seletivo que todo mundo que quer estar bem preparado deve fazer.
Leia os temas e inspire-se na redação modelo para fazer a sua.

De redação em redação a gente chega lá!


PEQUENO PRÍNCIPE
Perda do fenótipo
Marcado por traições, o desenvolvimento histórico da humanidade, ensinou a sociedade a basear suas relações de amizade na superficialidade. Sendo assim, a realidade atual se contrapõe ao ideário do pequeno príncipe pautado na amizade verdadeira. Logo, as gerações que estão sendo construídas estão sofrendo o efeito dos baobás não arrancados.
De César e Brutus à Stalin e Hitler, as amizades foram desconsideradas em prol do sentimento egoísta e individualista. Dessa forma, a sociedade atual tem perdido o fenótipo da amizade e nesse sentido trivializando  suas relações inter-pessoais. Assim, o processo de cativar, ensinado pela raposa, na obra O Pequeno Príncipe, não se enquadra mais nos padrões atuais dos homens sérios que contam estrelas e seguem regulamentos.
Por conseqüência da Segunda Guerra Mundial, Hannah Arendt previa a desumanização e o aumento da distância social, como fruto do totalitarismo, capitalismo e terrorismo. Sendo assim, a necessidade de partilhar com os amigos, até então gene dominante na humanidade, se transformou em pseudo-amigos, que vão de amizades virtuais à animais de estimação. Nesse sentido, a indústria aproveita desta realidade para patrocinar ainda mais uma vida solitária que se materializa de entrega a domicílio à disk amizade.
Para Aristóteles: uma virtude, para La Boétie: recusa a servidão, para Kant: amor e respeito recíproco, para a raposa: oportunidade de aprender e de crescer, algo inestimável, assim a amizade foi sendo conceituada ao longo da história. Nesse sentido, é necessário que os seres humanos analisem suas vivências e valores, para que não continuem cometendo os mesmos erros, de cultivar baobás. Restabelecer, a expressão da amizade em suas relações sociais, é a característica necessária para que as pessoas grandes vejam o invisível, porém essencial.

 Elos sociais
            Na pós-modernidade, cativar tornou-se uma atitude ultrapassada em meio à priorização do lucro e do superficial. Partindo dessa égide, o mundo está crescentemente comprometido apenas com questões individualmente econômicas, esquecendo-se de cultivar rosas para colher amizades.
         Dentro da lógica da supremacia do lucro na qual tempo é sinônimo de dinheiro, as pessoas não criam mais elos físicos umas com as outras, observa-se isso pela disseminação dos contatos virtuais ou das aproximações por mera finalidade financeira. Nesse contexto, os seres humanos encontram-se mais individualistas, vivenciando menos o prazer de relacionamentos seja namoro ou amizade fundamentados na sutileza de conhecer verdadeiramente o outro.
         Para Antoine de Saint-Exupéry, cativar é responsabilizar-se por alguém. Partindo desse princípio, falta ao mundo criar vínculos sociais, pois em pleno século XXI e no ápice do desenvolvimento técnico-científico existem 1 bilhão e 180 milhões de pessoas passando fome, provando que o capitalismo e a globalização não “cativaram” a todos.
        Milton Santos apregoava a importância da cognoscibilidade como meio de entender o mundo. Ratificando essa máxima e ampliando o conceito de cativar, faz-se necessário a todos os indivíduos conhecerem os problemas do planeta, estabelecendo elos sociais para não se tornarem apenas máquinas do sistema capitalista. Afinal, o sentido da vida está nas relações.


Proposta de redação em http://www.mararute.com.br/

Tema de redação Trânsito - Professora Mara Rute propõe redação modelo portfólio 2013

O Portfólio é um conjunto de temas comuns ao processo seletivo que todo mundo que quer estar bem preparado deve fazer.
Leia os temas e inspire-se na redação modelo para fazer a sua.

De redação em redação a gente chega lá!



Ensaio sobre vias seguras
As cidades brasileiras receberam nos últimos tempos um volume grande de carros para suprir a carência de tempo da vida moderna. Esse contingente cria engarrafamentos, gera violência e acidentes. Nesse contexto, os dados de morte no trânsito levam nações a buscarem desde transportes alternativos até medidas mais severas para diminuir os efeitos de um trânsito suicida.
            A rápida urbanização sofrida no Brasil, desde os anos 1950, reflete-se em cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, que crescem e multiplicam seus problemas no setor de transporte. Isso porque o planejamento e a infraestrutura das estradas não acompanharam o mesmo ritmo de desenvolvimento do país. Além de questões estruturais, o desrespeito perante as regras de trânsito, ingestão de bebidas alcoólicas e a falta de prudência e educação de grande parte dos motoristas, transforma o asfalto em arena de disputas, e  viver, uma aventura perigosa.
            Diante dessa situação, não cabe mais pensar em pseudo-soluções, como aumento da malha viária que logo atrairia mais automóveis para as ruas e estradas. A solução começa com investimento maciço em transporte público de alta capacidade como fez o Japão - na construção de trens e metrôs – aliado a projetos de mobilidade urbana sustentável como as ciclovias. A manutenção e maior fiscalização e sinalização nas vias têm grande relevância por contribuir com a diminuição dos acidentes. Projetos importantes como o sistema de rodízio de carros em São Paulo é um exemplo real para suavizar o caos nas grandes metrópoles e medidas mais severas como a Lei Seca, pode ser uma saída para repreender motoristas inconsequentes.
            Pelo andar de carros velozes, que matam uma pessoa a cada sete minutos, o trânsito é mesmo um campo de guerra. Mas, por trás de placas de metal estão seres humanos, e esses são, concomitantemente, um dos problemas e uma possível solução para reverter essa realidade brasileira. Ações educativas e conscientização por parte da sociedade podem abrandar os efeitos perversos e contribuir para um trânsito mais humano, prudente e seguro, melhorando assim a qualidade e a duração de vidas.
 VEJA A PROPOSTA DE REDAÇÃO EM www.mararute.com.br